quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Sabem aqueles dias em que chegam à noite e parece que, no geral, perderam um dia da vossa vida? Que não o aproveitaram? Que podiam ter feito algo memorável mas, pelo contrário, não se lembram do que fizeram na manhã do próprio dia? Bem...parece que hoje é um desses dias.
Uma música condizente com o meu estado de espírito (obrigado Ana!):
Mas vamos lá a alegrar novamente as coisas. Não podia deixar de mandar uma piadita. E nem de propósito. Hoje enviei 14 currículos para 14 empresas. Quando entro na net para ler o Expresso (tinha de meter isto, para dar um ar de culto) vejo o seguinte cartoon:
Espero bem que não tenha nenhum CV daqueles por perto quando for a uma entrevista. Realmente não dão hipótese. Mas quem pode censurar um responsável pelos recursos humanos que se deixa impressionar por uma prateleira....perdão...por um currículo vitae daqueles??
E pronto...cheguei agora à conclusão de que se calhar tenho tempo livre a mais...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Fáqiú

Esta gente só critica. Gozaram comigo porque no post anterior repeti nove vezes a palavra "Benfica" e uma vez a palavra "Benfiquista". Ora aqui vai: Benfica, Benfica, Benfica, Benfica, Benfica, Benfica,
Benfica, Benfica, Benfica, Benfica. Dez vezes. Venham de lá essas críticas.

Não sei se já viram a resposta que o Governador da Califórnia. Arnaldo Chuvázenega (o nome é complicado de escrever, por isso optei por aportuguesar a coisa) deu aos membros da assembleia do estado a propósito da lei 1176. Vejam isto:
Fiz questão de destacar e tudo. Pois é, um valente "fáqiú!" aos membros da assembleia. Há coisas fantásticas, não há?

Comprei o último livro do Dan Brown, "O símbolo perdido". Estou gastar imensas horas a lê-lo e está a valer a pena. O livro é espectacular. Sinto-me honrado por ser um dos primeiros donos de um exemplar em português. Agora, tenham paciência, tenho de ler mais um pouco, não escrevo mais por hoje. Amanhã há mais!

domingo, 1 de novembro de 2009

aaa...eee...iii...ooo...uuu...uuu...ooo...iii...eee...aaa...

Coisa engraçada isto do futebol. E coisa engraçada isto do Benfica este ano. Começo por dizer que sou Benfiquista (assim evito a ira de 6 (?) milhões de adeptos em Portugal...bem...de 5.999.999 adeptos pois eu não me vou magoar a mim próprio :P).
O Benfica este ano tem estado avassalador. Um número impressionante de golos marcados fazem deste clube o que mais golos marca, por jogo, em todo o mundo. De facto, o Benfica marca tantos golos num jogo que para que percam, a outra equipa tem de marcar mais do que o Benfica...
Foi o que sucedeu ontem em Braga. O Benfica defrontou a equipa local num embate que se antecipava escaldante. O que aconteceu foi que o Braga ganhou, precisamente porque marcou mais golos que o Benfica. A minha lógica, vereis, aplica-se na generalidade. Na realidade o Benfica marcou....zero golos e o Braga marcou dois. Ganhou a equipa que marcou mais golos que o Benfica.

Pronto, era só isto que tinha para dizer. Obrigado Benfica! Depois de várias semanas em que após os vossos jogos ficava afónico (de tantas vezes berrar "Goooooooolooooooooooooo!"), finalmente cheguei ao dia seguinte com a voz em perfeito estado.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Ainda há quem goste de Portugal!

Encontrei à pouco um texto na internet sobre a relação entre Portugal e Espanha e a ideia que os espanhóis têm de Portugal. Como achei super interessante, transcrevo-a, no dialecto original, que é um espanhol simples. Verão que saem daqui com o ego mais satisfeito. O texto é da autoria de Gabriel Magalhães:

“Portugal transmite una suave impresión de caos, parecida a la que uno siente en una tienda de antigüedades. El país vive en la esquizofrenia de ser una pequeña nación que ha llevado a cabo grandes cosas.
No obstante, cada vez más españoles se enamoran de Portugal y se adentran en el misterio portugués. Lo primero que comprenden es que se trata de un país apasionado por las distancias.
Cuando se está en Portugal no se está en Portugal, sino más bien en el prólogo de algo que se continúa en América, en África, en Asia y en el más lejano Oriente. El destino del país vecino es el viaje: se trata de una cultura que se busca a sí misma en el más allá. La consecuencia es que Portugal se descentra, se transfiere para su periferia. Y después pasa que uno se encuentra en Lisboa con una ciudad que es un hueco de nostalgias.
Quizás por todo esto al portugués, cuando llega a España, le parece que las personas están hablando a voces y que las cosas se han acercado peligrosamente a su cuerpo. Para los lusitanos, que son seres soñadores y muy virtuales, visitar España es como darse un buen masaje de realidades. Entretenido con esta dimensión erótica de la hispanidad, el portugués suele olvidar el laberinto de culturas y nacionalidades que constituye una de las riquezas y uno de los problemas de España.
Desde el siglo XVIII hasta la actualidad, la cultura portuguesa, consciente de su decadencia, ha vivido marcada por la obsesión mimética de lograr parecerse a los grandes países occidentales: la misma obsesión que existió en España, pero en el caso español esta manía imitadora se equilibraba con el amor hacia la pandereta y hacia todo lo castizo. En Portugal, casi no existe este orgullo nacional. El portugués ama demasiado lo extranjero. Las películas en otros idiomas siempre se han subtitulado. Por el contrario, España no es país de subtítulos, sino de doblajes. El Portugal actual no sabe por dónde tirar. No sabe cómo despertar. Pero este problema, que parecía ser específicamente portugués, se ha visto que, al final, es de todo el mundo occidental.
Quizás a causa de la fragilidad de su economía, Portugal sintió primero los síntomas de una crisis que es de todos. Efectivamente, la Península Ibérica constituye un lugar profético. Profética fue nuestra relación con el mundo árabe, a partir del 711: un anuncio de la tensión que marca, aún en la actualidad, las relaciones entre las naciones occidentales y el islam. Profética fue también nuestra expansión colonial: un bosquejo de la actual globalización. Profética fue en fin la guerra civil de España. Quizás esta capacidad de profecía ocurra porque llegan aquí primero las pateras de la historia.
En el callejón sin salida que es el presente de Occidente, Portugal se siente, por decirlo de alguna manera, en su ambiente. El futuro que no tenemos hoy los occidentales es el futuro que Portugal siempre ha tenido. Y puede que la capacidad de inventar y de inventarse de los lusitanos sea una de las llaves del porvenir.”

Olhem quem eu descobri!

Pois é...numa das minhas deambulações pelo youtube eis que descubro os à muito olvidados Nightwish! É sempre fantástico recordar esta fabulosa banda. Deixo-vos um cheirinho... Amaranth, dos Nightwish. Enjoy!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Gripe A, GripA e GripiA

Não deixa de ser estranho as coisas em que reparo. O hemisfério Norte vive actualmente a histeria da gripe A. Diz que é uma doença viral que anda por aí. Mas não é dessa face da pandemia que vou falar.
Já repararam (por favor, para que eu não seja o único, pleaaasee) na forma como as pessoas se referem à gripe e a esta em particular? No meio das gripes multifacetadas esta deve ser a que mais sofre de personalidade múltipla (...vamos supor que uma gripe possa ter personalidade. Sim, eu sei, é parvo!). Ora vejamos. Há quem lhe chame pelo nome mais conservador, mas que fica sempre bem: Gripe A. Este é o nome mais utilizado pelos jornalistas e políticos...e por mim :D. Os jovens rebeldes preferem um nome mais "rápido": GripA. "Epa... já viste estas cenas com álcool e o piiiiiiii (palavrão)? Parece que são para lavarmos as mãos, para que o bichado da GripA não nos ferre o dente" - comentam alguns jovens entre si. Curiosamente, o nome mais radical é aquele que se ouve da boca das pessoas mais idosas: GripiA. E ainda chamam a estas pessoas de retrógradas...tss tss. "Yah" pois! Ah e tal, no tempo do Salazar é que era bom!

Ontem abordaram-me porque tinham lido o meu blogue. Disseram-me que isto até é engraçado e tem umas piadas fixes. "Nem tinha reparado" - disse eu. Pelo meio da conversa saíram-se com uma do género: "Deves ter um sucesso com as miúdas, elas gostam de gajos com sentido de humor". Essa afirmação deu-me que pensar... Será que isto é verdade? Nunca tinha reparado que poderia ter assim tanto sucesso com as mulheres, mas depois a realidade caiu-me em cima. Notei que as miúdas realmente gostam de gajos com sentido de humor. De facto entretêm-se um bocado, mas depois cansam-se e vão ter com os namorados, que são "personal trainers". Conclusão: isto de ser engraçado é giro, mas não é assim tão giro que leve uma miúda a ficar connosco durante mais do que duas ou três piadas. Vou tentar a partir de agora fazer piadas longas...ou então brilhantemente inteligentes para que elas levem algum tempo a percebê-las! Assim um gajo para além de passar por engraçado também passa por inteligente.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Tenho falta de temas, de assunto e de matérias

Corre o dia 26 de Outubro do ano da graça de 2009 e não tenho assunto sobre que falar. Nem assunto nem temas. Julgava ao menos ter matérias mas...nem isso.
Diz que o Benfica largou 6. Começo a ficar desiludido. Jogo em que o Benfica dá menos de 7 ao adversário sabe-me a pão sem sal. O próximo jogo parece-me que é com uma equipa chamada...como é que é?....Braga, acho eu. Lá vêm mais 6 ou 7, para variar.